As comemorações de fim de ano, tais como, confraternizações de trabalho, amigo secreto ou um passeio com amigos para se despedir do ano que está se encerrando, aumentam muito o movimento de bares e restaurantes em até 15% no Distrito Federal.

Os proprietários dos estabelecimentos foram obrigados a se organizarem melhor devido ao aumento na demanda de clientes, para atender de forma mais rápida, e como consequência, obter lucros maiores após um ano da crise econômica ter afetado o país.

Apesar das pessoas estarem dispostas a gastarem mais, o publico vai a procura de promoções e pesquisam bastante antes de fechar o melhor local para realizarem seus encontros.

Apesar do ano ter sido tranquilo nos bares e restaurantes em comparação ao ano passado, muitos locais encerraram as atividades devido a crise econômica. Alguns empresários tomaram algumas medidas para driblar a crise e manter o equilíbrio do seu segmento. O presidente do Sindicato dos hotéis, bares e restaurantes do Distrito Federal, Jael Antonio da Silva, explica que houve um processo de demissão de pessoas que não possuíam muita qualificação. Outra maneira de e driblar a crise foi a criação de promoções como o sistema de chopp duplo e controle o controle de desperdício.

O presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes do Distrito Federal, Rodrigo Freire, avalia que apesar das dificuldades esse ano foi de bons resultados para o segmento. “Eu acho que 2017 foi o melhor ano, porque ao menos a expectativa melhorou e a gente voltou a ter uma luz”.

A maioria dos estabelecimentos não mantém o mesmo movimento após o dia 24 de dezembro. Após o Natal há uma redução de frequentadores nos bares e restaurantes, porém as expectativas para 2017 foram melhores que as de 2016. Freire diz que apesar de dezembro ser um mês bom, as perdas são grandes entre a última semana do mês e na primeira semana de janeiro. Além disso, o fluxo de caixa está sempre comprometido, devido ao 13º salário.