O Dia Mundial Sem Tabaco foi criado em 1987, a fim de preservar e proteger as gerações presentes e futuras das consequências para a saúde dos fumantes e também não fumantes, visando, em adição, proteger o meio ambiente e economia, afetados pela utilização e exposição ao tabaco.

A industria tabagista é uma das principais contribuintes para as doenças e alta taxa de mortalidade prematura ao redor do mundo todo. Todos os anos, cerca de seis milhões de pessoas morrem por doenças relacionadas ao ato de fumar, segundo dados da OMS. Nesses dados, constam também, pessoas não fumantes, mas que sofreram devido à exposição aos efeitos nocivos que a fumaça do tabaco pode causar.

Para marcar o Dia Mundial Sem Tabaco, a agência Neogama, da qual Alexandre Gama é CEO, criou uma campanha que alerta os fumantes sobre os perigosos e riscos que o tabaco traz à saúde. A campanha foi desenvolvida para a ADESF -Associação de Defesa da Saúde do Fumante, em uma comparação criativa com atividades ditas serem mais perigosas do que o simples ato de fumar um pequeno cigarro.

Quem é Alexandre Gama

Alexandre Gama é o diretor geral do departamento de criação, que foi responsável pela campanha. O mesmo formou-se em publicidade, e teve início na carreira em 1982, atuando como redator. Trocou de agência em meados de 1990, tornando-se o redator mais premiado do Brasil. Alexandre Gama fundou sua própria agência em 1999, a então chamada Neogama. Em 2012, tornou-se membro do Conselho da Associação Brasileira das Agências de Publicidades, e em 2014, Alexandre Gama fundou o VIOLAB, um projeto de música instrumental de violão brasileiro. Gama foi convidado, em 2016, a ser o único publicitário do Brasil no Global Creative Board, um comitê da Publicis Groupe que é composto por 6 líderes mundiais de agências, responsáveis por analisar planejar novas possibilidades e estratégias de negócios.

Como a Campanha do Dia Mundial Sem Tabaco criada por Alexandre Gama foi desenvolvida

A campanha foi desenvolvida em três tipos de filmes diferentes. Um com mergulhos com crocodilos, outro com desarmamento de bombas, e por fim, um com saltos de base jump (uma modalidade onde os praticantes saltam de penhascos, prédios, pontes e até antenas). A ideia da campanha é mostrar que nem mesmos essas atividades perigosas têm um número de mortalidade superior ao do tabagismo, que gira em torno de seis milhões de mortes por ano.

Mergulho com crocodilos

Nessa série, a alusão feita é com mergulhos com crocodilos. A taxa de mortalidade dessa atividade por ano é de 250, muito inferior ao número já visto referente ao tabaco.

Veja a peça da série aqui.

Desarmamento de bombas

Já nessa segunda, compara-se o ato de fumar com o de desarmar bombas. O número de mortalidade anual dessa prática é apenas um.

Veja a peça da série aqui.

Salto de base jump

Por fim, há o comparativo com a pratica de saltar de base jump, onde o número anual de mortalidade também é apenas um.

Veja a peça da série aqui.