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Inflação, desemprego, crescimento econômico, pobreza, distribuição de renda. O local em que moramos, a roupa que vestimos, os alimentos que ingerimos e o salário que recebemos. Podemos até não perceber, mas a maior parte destas questões, são discutidas diariamente, em casa, no trabalho, nas conversas de barzinho, nas empresas, nas cúpulas governamentais. Todas elas estão ligadas a uma palavra que você já ouviu muitas vezes, economia.

A palavra economia vem do grego oikos, que significa (casa) e do nomos, que significa (normas). Assim, economia quer dizer: administrar a casa, e por analogia, uma empresa ou um país. Por isso é importante conhecer a ciência econômica. É ela quem vai nos fornecer as ferramentas para compreendermos melhor os problemas que nos cercam.

A medida que nós avançamos, ficamos surpresos ao percebemos o quanto a análise econômica nos ajuda no dia a dia. Começamos esse passeio pela ciência econômica buscando identificar qual é o objeto de estudo da economia.

O homem é um animal guloso por natureza. Primeiro, ele tenta satisfazer as suas necessidades básicas. Alimentação, vestuário, moradia, depois passa a desejar outras coisas. Um carro, uma casa maior, uma viagem de férias. Ou seja, na prática ele nunca está satisfeito. Só tem um problema, apesar de as pessoas querem mais e mais, não há recursos disponíveis para todo mundo. A partir daí, surge o objeto de estudos da economia, a escassez.

A escassez surge em virtude das necessidades humanas ilimitadas e da restrição de recursos disponíveis. Os recursos são limitados, o que significa que nem todas as necessidades podem ser simultaneamente atendidas.

Desta maneira, as pessoas, os governos e a sociedade como um todo, qualquer que seja o seu tipo de organização econômica ou regime político, são obrigados a fazer opções e escolhas. Assim também podemos definir a economia como o estudo pelo qual a sociedade decide oque produzir, como produzir e para quem produzir.

O que produzir?

Significa escolher quais desejos e necessidades serão satisfeitos e em que quantidade.

Como produzir?

Por outro lado, é pensar na técnica para se conseguir o máximo de produção com a menor quantidade de recursos.

E finalmente pra quem produzir?

Quem será o beneficiário da produção ou como o produto será distribuído. As questões o que, como, e para quem produzir, vão depender da organização econômica vigente.

Em uma economia de mercado, o mecanismo de preços resolve todos os problemas. Na hora que sobram bens, o preço cai. Se faltar bens o preço sobe. No final, sempre haverá equilíbrio. Existe também economias com planejamento central, nesse caso o Estado é proprietário de tudo e decide tudo. Atualmente os países que mais se aproximam desse modelo, são China e Cuba. No entanto, o mais comum de se encontrar, é a economia mista. Ou seja, governo e mercado juntos na busca da solução dos problemas econômicos.

A todo momento estamos fazendo escolhas, para que nós consigamos alguma coisa, temos de abrir mão de outra. Por exemplo, usar o décimo terceiro salário para fazer uma viagem de lazer, ou para pagar as contas atrasadas. Usar o dinheiro guardado para comprar uma nova TV ou um computador. Aplicar o que sobrou do salário na poupança ou em uma previdência privada. Com essas questões, nascem o conceito do custo de oportunidades.

Custo de oportunidade:

“Grau de sacrifício que se faz ao optar por um bem ou serviço, medido em termos do que foi sacrificado.”