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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ao divulgar a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), no dia 18 de maio deste ano, uma quinta-feira, trouxe à tona uma realidade preocupante no nosso país, a nível de economia. Trata-se de um total de 26,5 milhões de pessoas sem possuir um trabalho adequado, segundo a referida pesquisa, que foi divulgada no Rio de Janeiro.

A esse resultado quantitativo se chegou por meio dos dados relacionados à taxa composta de subutilização da força de trabalho. Para se ter uma ideia sobre, pode-se dizer que ela atingiu o percentual de exatos 24,1%, e isso só nos primeiros três meses deste ano.

Aprofundando-se nos dados da taxa composta da subutilização da força de trabalho

Peguemos o que o estudo concluiu sobre a taxa composta da subutilização da força de trabalho. Essa taxa, vale lembrar, considera não só os desocupados, como também os que fazem parte da força de trabalho potencial, além dos subocupados por insuficiência de horas.

Pois bem, ela teve uma elevação de 1,9 ponto percentual, quando comparada com o resultado de 22,2% dessa mesma taxa de subutilização nos últimos três meses do ano passado, 2016. Já quando comparada com a que se teve nos primeiros três meses do ano passado, vê-se que a alta chega então a um total de 4,8 pontos percentuais.

Ainda é preciso ser dito, mais especificamente, que houve uma piora dos números, seja quanto aos últimos três meses do ano passado, seja em relação aos primeiros três meses também do ano de 2016. Isso, vale pontuar, em qualquer uma das vertentes da comparação sobre a força de trabalho do Brasil, que por ventura se queira adotar.

Mais especificações sobre a “taxa combinada”

Se pode ainda destacar, sobre os resultados da Pnad Contínua, que a taxa combinada de subocupação por insuficiência de horas trabalhadas e desocupação chegou a 18,8%. Para quem não sabe, é importante especificar que essa taxa considera os indivíduos que estejam ocupados com uma jornada inferior às 40 horas semanais, mas que, todavia, têm o interesse de trabalhar com uma carga horária maior, somando-se à taxa também os atuais desocupados.

E então, considerando-se o resultado percentual tal como já citado, pode-se assim concluir que essa taxa está a representar um total de 14,2 milhões de pessoas atualmente desocupadas, além de mais 5,3 milhões de trabalhadores subocupados devido à insuficiência de horas trabalhadas.

Vale ainda pontuar, sobre a referida “taxa de combinada”, que nos quatros últimos meses do ano passado, 2016, ela chegou ao total de 17,2%. Mas se considerarmos os primeiros três meses do ano passado, por sua vez, a mesma taxa esteve em 15%.